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Jan 13

 

Esperei tempos infindos…

 

Esperei tempos infindos

Para que te abrisses a mim

Que abrisses as portas ao teu amor

A quem te amava incondicionalmente

Mas do teu coração

Nem uma janela se abriu

Por amor deixei minha terra natal

Larguei bens pessoais

Deixei lá para trás amigos de infância

Mergulhei numa diáspora abissal

Certo de que está a valer a pena

Crente e afoito continuo a caminhar

Por terrenos sem horizontes à vista

Nem respostas às minhas verdades

Parar pelo caminho para olhar lá para trás

É coisa que deixou de fazer parte de mim

O ruído de tudo e todos que me rodeiam

Deixou de me afectar

Porque decidi viver na minha paz

Feliz por nada de meu possuir

 

Marcolino Duarte Osório

          - Peregrino -

          2013-01-12

publicado por Marcolino Duarte Osorio às 05:22
sinto-me: satisfeito com a minha vida!
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