28
Nov 11

 

Asco de Vida...

 

Asco de Vida...

Porquê dizes tanto mal da Vida

Quando ela mal de ti jamais te disse

Asco de Vida

Dizes-lhe ferindo de Morte tua Vida

Culpabilizando a Vida Universal

Em vez de te nos dares a conhecer

Mostrando-nos quão carrasco tens sido

Não só para os que te rodeiam

Mas também para ti mesmo...

Asco de Vida...

Porquê dizes tanto mal da Vida

Quando ela mal de ti jamais te disse

Tens sido Cruel para contigo

Tua Crueldade a todos nós trespassa

Escondendo-te sob a capa da Mentira

Asco de Vida...

Porquê dizes tanto mal da Vida

Quando ela mal de ti jamais te disse

Porquê dizes tanto mal daquela Vida

Que ao teu Ser Vida lhe deu

Criando a eterna dúvida ao redor

Dizendo que à Vida que ao teu Ser Vida deu

Tudo lhe perdoaste incondicionalmente

Mas que de medos filhos da Mentira

Ainda nutres à Vida que ao teu Ser Vida lhe deu

Asco de Vida...

Porquê dizes tanto mal da Vida

Quando ela mal de ti jamais te disse

Asco de Vida

 

Marcolino Duarte Osório

- Peregrino -

2011-11-28

publicado por Marcolino Duarte Osorio às 07:08
sinto-me: bem feliz...!!!

24
Nov 11

 

Estou Apaixonado por Ti...

 

Estou apaixonado por ti...

Porque és Linda como o Crepúsculo

Doce como todos os  Arco-Íris

Berço de todas as maviosas cores do teu Ser

Que te tornaram meiga como o azul deste Céu

Amo-te muito

Dolorosamente por ansiosamente expectante

No meu desejo de poder ser amado por Ti...

 

Marcolino Duarte Osório

- Peregrino -

2011-11-24

publicado por Marcolino Duarte Osorio às 23:22
sinto-me: a voltar ao Mundo do meu Amar.

21
Nov 11

 

Jamais deixarei de Caminhar...

 

Jamais deixarei de Caminhar

Porque Caminharei na direção acertada

Sem me deixar vencer alguma vez

Pela famigerada Barreira do Cansaço

Cumprindo todas as Tarefas que Deus me destinou

Todas elas feitas à minha medida

Para que nem pouco nem a mais

Possa Cumprir com a Vontade de Deus em mim

Quer goste quer delas desconfie

Por mais simples ou complicadas a meu ver possam ser

Se até hoje consegui levar a cabo todas elas

Quantas e tantas vezes me senti esmorecer

Rodeado pela Família e pelos Amigos

Quantas e tantas vezes superei meu desfalecimento

Sem nunca ter que recomeçar tudo de novo

Porque estava apenas Cansado

Nunca por nunca Derrotado

Porque o Cansaço se regenera com Inteligência

A Derrota sempre fere profundamente

Plena de dolorosas marcas ensanguentadas

Todas elas feitas de Feridas Profundas

Quiçá castrações perenes

Nascidas de lutos de lutas desiguais

Olharei tranquilamente minha Missão Terrena

Na Hora da minha Morte Física

Sorrindo-me pleno de satisfação

Porque me sinto e nunca ter esmorecido por Inativo

Qual Moribundo sempre à espera dos Bons Ventos

Sem Vontade Própria para Caminhar

 

Marcolino Duarte Osório

- Peregrino -

2011-11-21

publicado por Marcolino Duarte Osorio às 18:12
sinto-me: jamais deixarei de Caminhar

04
Nov 11

Meninos de Rua

 

 

Porquê ... Meu Deus...

 

Porquê ... Meu Deus...

Gritei de dentro de mim

Com toda aquela Digna Força

De quem se revolta

Com incertas coisas à minha volta

Sentado numa Grande Pedra

Já dentro do Céu

Onde havia chegado pouco antes

Com dois lindos nenés ao meu Colo

Irmãos de idades diferentes

Irmanados na Fome na Miséria

Irmanados na Desgraça ao Abandono

Irmanados ao Frio e ao Relento

Irmanados pelo Desencanto em uníssono

Irmanados a mim com o meu Amor

Lavei-os com minhas Tristes Lágrimas

Dos Pós dos Tempos passados na Terra

Que quase em Múmias os transformaram

Não junto a mim

Mas porque deles me abeirei

Na Hora de Abalar Rumo ao Céu

Adivinhando-os Mortos e Esquecidos

Dei-lhes de mim Amor Fraternal Universal

Cobri-os de Beijos da Santa Paz de Deus

Partilhei com Eles as minhas Forças

Com Eles dois entramos no Reino de Deus

Onde os Anjos solícitos logo os levaram

Quedando-me sentado na Pedra da Sabedoria

Gritando de dentro de mim

Com aquela Digna Força

De quem à presença Deus chega Revoltado

Porquê ... Meu Deus...

Deus na Sua Voz plena de Mansidão me respondeu

Bem perguntas todos os Porquês

Olha bem para ti

Para a tua Vida Despreocupada lá na Terra

Que só depois de Morreres

Te lembraste de ser Solidário

Para quem de todos vós Terráqueos

Mais Sofreu pelo Abandono dos Humanos

Estendi-lhe meus braços

Toda minh'Alma Envolveu com todo o Seu Amor

Para junto dos meus Meninos me enviou

Para deles cuidar Eternamente

 

Marcolino Duarte Osório

- Peregrino -

2011-11-04

publicado por Marcolino Duarte Osorio às 11:55
sinto-me: que iremos ser Solidários...!!

02
Nov 11

 

 

As primeiras Chuvas...

 

As primeiras Chuvas

Batidas pelos Ventos de Sul

Finalmente fizeram a sua aparição

Fustigando bem forte

Todas as janelas deste meu apartamento

Ainda ontem à noite

Caminhei despreocupadamente

Até ao meu Café

Foi naquela esplanada de sempre

Que jantei tranquilíssimo

Um belo de um Bife Grelhado da Vazia

Batas fritas e um ovo bem apaladados

Foram o seu acompanhamento

Do grande plasma

Saboreava um dos jogos internacionais

Duas equipas aguerridas

Uma delas teve mesmo que ganhar

Pela meia noite

Caminhei devagar até este apartamento

O ar estava ainda morno e parado

A humidade era superior ao normal

Sorri-me

Pensando que pela manhã chovesse

Chuva tão necessária às terras de cultivo

Chuva bem vinda às Barragens de Portugal

Deitei-me tranquilamente

Acordei com o bater suave das gotas da chuva

Levantei-me

Olhei através do vidro bem molhado

Onde as gotas deslizavam suavemente

Como que pedindo caminho livre

Para molhar os Campos ao meu redor

Sentei-me no banquinho usual

Mirando a torrente de gotículas

Dizendo-me Olá Peregrinito

Ousei abrir a janela

Desejando sentir-me molhado

Abençoado pela Mãe Natureza

Respirei várias vezes bem fundo

Agradecendo a Deus

Esta sua dádiva vinda dos Céus

Abençoada

Que a ninguém mal faz

Porque é para todos sobrevivermos

 

Marcolino Duarte Osório

- Peregrino -

2011-11-02

publicado por Marcolino Duarte Osorio às 10:23
sinto-me: Sorridentemente bem feliz...!

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