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Dez 09

Lá fora chovia...

 
Mas chovia já de sol aberto
A Mãe Natureza rejubilava
Sua tonalidade mais de avivava
Seu espírito bem entreaberto
Convidava-me ao sonho
Fazia rejubilar o meu Eu
Soltei umas golfadas de ar quente
Directamente na grande vidraça
Uma ligeira película de gotículas
A fez ficar gravável
Sorri-me enternecido
Com um dedo da minha dextra
Fiz sulcos naquele embaciado
Letra a letra desenhei
Amo-te muito
Resguardado num lindo coração
 Lá fora de cada dia que chove
No vidro reaparecem
Aqueles desenhos de amor
Recordações em filigrana
Fazendo-me lembrar
Que também já amei
Que amar teve seus tempos em mim
 
Marcolino Duarte Osório
- Peregrino -
2009-12-01
publicado por Marcolino Duarte Osorio às 00:45

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