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Jan 10

Lá fora chove...

 
Lá fora chove
Lá fora está de gelar
Não há Sol para me aquecer
Apenas um cobertor para me enrolar
Cobertor humedecido
Pelas lágrimas da minha gélida solidão
Faz-me sentir ainda mais frio
Faz-me recordar com saudade
Naqueles dias gelados
Ambos
Tu e eu
Encostadinhos um ao outro
Segredando-nos poemas de amor
Que nos davam alento e humano calor
Da minha vida já partiste
Por aqui ainda ando
Triste
Vazio
Aguardando pela minha partida
Para a ti me juntar
Entretanto ao bom Deus perguntei
Porquê este meu sofrimento
Depois do Tempo do Tempo teu
Findado se havia
Respondeu-me pacientemente
Só daí partirás
Quando todas as tuas Recordações
Sofrer não te façam sentir
 
Marcolino Duarte Osório
- Peregrino -
2010-01-10
publicado por Marcolino Duarte Osorio às 11:52
sinto-me: Para quê uma Saudade Triste!?

Olá Marcolino,

Sinto uma enorme tristeza neste seu Poema e não o gosto de ver assim!
Há que recordar os bons momentos de uma relação como fontes de coragem, de alento, de calor humano... mas não é só uma relação a dois que nos traz esses momentos... O calor humano dos amigos, as palavras amigas de quem está próximo que nos conhece... as tristezas da alma e os sorrisos da mesma...

Neste dia cinzento e frio, combine alguma coisa com amigos ou amigas.... Não fique preso a memórias passadas... eu sei o que isso é porque já passei pelo mesmo; custa bastante mas há que ir em frente, há que seguir a Marcha da Vida com a Certeza no Coração de que melhores dias virão...! E pode ser que muita coisa boa esteja a vir na sua direcção... Se eu conhecesse alguém da sua idade, teria todo o gosto em lhe apresentar mas também não sei o seu gosto quanto a Mulheres nem a sua verdadeira disponibilidade anímica para o efeito... Sei é que custa ficar preso a um passado que nos prende, e não nos deixa viver o presente...
Tem duas filhas maravilhosas, que já me disse que tinha, fale com elas, abra-lhes o seu Coração e verá essa tristeza mais pequenina...

Abraço desta amiga cibernauta M.ª José

P.S: Recebeu o meu mail
Maria José a 10 de Janeiro de 2010 às 21:12

Olá, Maria José!

Obrigado pelo seu nbre comentário que me deixou sem palavras!

Já li ambos os e-mail's e prometo responder-lhe ainda esta noite, pois tive um dia anormalmente agitado, com uma grata visita de uma das minhas sobrinhas, seu marido, e seu único filhote, um dos meus três sobrinhos netos, reguilita como só ele!

Abraço Amigo do Marcolino


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