20
Mar 10

Na Invicta, no meu Dia do Pai...

 
Quinta-feira, ao final da tarde, cheguei a Campanhã, ansioso por me reencontrar, mais uma vez, com minhas filhas e meus netinhos.
 
Na véspera, havia sido convidado a passar, com todos eles, este bem-amado Dia de Todos os Pais. Não me fiz rogado. Tratei de comprar, pela internete, uma passagem de ida e volta, num dos comboios da minha preferência, não só pelos horários, mas também pela sua rapidez.
 
O serão de 5ª-feira prolongou-se além daquilo que é habitual. Todos eles desejavam saber novidades, todos eles desejavam dar noticias até que um dos meus netitos, o mais velhito, resolveu convidar-me a dormir no seu quarto. Ele fez questão de dormir no beliche, na cama de cima, e reservou-me a comodidade do seu, menos problemático para que me pudesse levantar mais cedo, quiçá deambular pela casa, durante a noite, como foi sempre meu hábito.
 
Sexta-feira, Dia de todos os Pais, senti-me no Céu com tantos afectos, tantos carinhos, tantos cuidados, tantos mimos, que dei comigo a tomar o pequeno-almoço, sentado tranquilamente, com o meu netito. Tagarelou que deu gosto! Pediu-me que o levasse à escola, ali bem pertinho de casa. Lá fomos os dois, de mãos dadas, conversando como dois grandes companheirões. Fui autorizado a entrar com ele. Fui exibido, como era de esperar, perante o olhar meio desconfiado dos outros nenés, como aquele avô que mora em Lisboa.
 
Ao final da tarde, fui buscá-lo, como combinado e regressámos a casa, meio apressados, para ajudar a preparar a festinha dos pais e do avô.
 
O jantar decorreu em família. Traquinices da miudagem interrompiam as nossas conversas. Mais uma vez, o serão, foi além do habitual...
 
Esta manhã acordei meio estremunhado, sem saber que horas seriam, e com vontade de beber um belo café com leite. Fui até à cozinha e lá preparei esta minha bebida matinal...
 
De chávena morna, entre as duas mãos, beberricava este delicioso café com leite, e olhava, com muita nostalgia, para a chuva que batia nas vidraças das janelas da cozinha.
 
Foi assim que hoje amanheceu no Porto...!
 
Sempre fui avesso à chuva e ao frio, principalmente aquele tipo de friagem muito húmida, que me entra pelas articulações, provocando-me mau estar. Por isso é que me senti nostálgico e com pouca vontade de ficar mais um dia. Mas a minha viagem de regresso já estava estipulada ser no Domingo à noite.
 
Fui até à Internete. Consultei o Tempo. Frio e chuva para Norte. Para as minhas bandas, amanhã, domingo, estará bem mais quente, acima de tudo, com o Rei Sol a brilhar, facto da minha predilecção!
 
Depois de consultar o site do Tempo, resolvi entrar no do JN. Depois foi chamar o Word e toca a escrever estas linhas para vos dizer, daqui do Porto, um olá, meio friorento, atirar para o tristonho da chuva…
 
Olá a todos!
 
Marcolino Duarte Osório
- Peregrino -
2010-03-20
publicado por Marcolino Duarte Osorio às 08:27
sinto-me: de coração pleno de Felicidade

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