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Jun 10

Deus não me põe à Prova...

 

Ele sempre olhou como reajo

A tudo aquilo que me acontecia

Em todas as Vivências da minha Vida

Causadas por mim

Permitidas por mim

Fortuitas como o Câncer

Quando Ele me via reagir mal

Perguntava-me sempre

Onde estava escondida a minha Força

Se achava bem deixar-me ir abaixo

Se era no abandono à minha fraqueza

Que me fazia sentir Bem

Que me fazia sentir Feliz

Um dia revoltei-me contra Ele

Peguei num objecto qualquer

Desesperadamente o arremessei

Contra a parede da minha sala de estar

Ainda hoje essa marca lá está

Cada vez menos nítida...

Para me recordar

Daquele momento de autopiedade

Porque cada vez menos

Passei a ter que ser corrigido

Deus não me põe à Prova

Ele passou a olhar como reajo

Passou a gostar muito mais

Da minha autoconfiança 

A tudo aquilo que me acontece

Em todas as Vivências da minha Vida

Umas causadas por mim

Outras permitidas por mim

E as fortuitas como o Câncer

Porque Ele já não me vê reagir mal

Vê-me Caminhar Sereno e Confiante

 

Marcolino Duarte Osório

- Peregrino -

2010-06-03

publicado por Marcolino Duarte Osorio às 23:14
sinto-me: de Bom Coração Coragem...!

Marcolino:
Hoje estou um pouco melhor e mais animada.
Por isso ando aqui a visitar amigos queridos...
Pela experiência da minha vida somos constantemente postos à prova, algumas vezes, acredito, para testar a consistência das nossas aprendizagens....
Já me começo a habituar a estar sempre em avaliação ;)
Abraço e obrigada pelo apoio!
Marta M a 5 de Junho de 2010 às 15:54

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