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Jun 10

Não ter tempo...

 

Nem para mim

Nem para a família

Para ninguém

Até para os amigos

É o que se escuta amiúde

Desde Doutores

Até aos Iletrados

Não ter tempo para nós

É uma forma esquisita

De se fugir à realidade

Individual

Inventando mil e uma coisas

Todas elas da Ribalta

Justificações

Interesses

Principalmente Interesses Sociais

Que não a Pureza da Amizade

Que não a Pureza do Amor Fraternal

Que não a Pureza da Partilha

Que não da Doação aos Seus

Esta coisa

De nunca ter tempo

Nem para mim

Nem para a família

Para ninguém

Até para os amigos

Soa-me fortemente

A Fuga às Responsabilidades

Falando

Sob o Prisma Humanístico

Porque não Humanitário…?!

 

Marcolino Duarte Osório

- Peregrino -

2010-06-12

publicado por Marcolino Duarte Osorio às 11:37
sinto-me: de Bom Coração Coragem...!

Marcolino:
Às vezes não temos mesmo, nem tempo horário, nem no nosso interior...
E não é por mal,é por não conseguir mesmo.
Há limites.
Abraço e bom fim de semana para si ;)
Marta M
Marta M a 12 de Junho de 2010 às 21:03

Bom dia!

O Tempo é como um Rio que passa pelo Leito, deixando marcas visíveis e invisíveis nas pedras das Margens... O leito é a própria Vida, cabe-nos a nós avaliar essas marcas, umas vezes leves, outras vezes profundas que as Pessoas que passam pela nossa Vida deixam...

Há uma Certeza: quem conduz o Leme do Barco com o Coração, faz uma viagem mais plena, mais calma, mais pacífica nas águas, por vezes turbulentas, da própria Vida!

Abraço

Maria José
Maria José a 14 de Junho de 2010 às 10:56

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