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Jan 11

 

Castrado...Sorte Madrasta...

 

Pela manhã bem cedinho

Olhei certas noticias ao de leve

Uma delas me chocou

Aquela morte de um Ser Humano

Jornalista de profissão

Às mãos de outro ser mas desumano

Num país onde impera o livre arbítrio

Conheci pessoalmente este Ser Humano

No funeral de amigo em comum

Apesar de sermos angolanos

Com ele nunca convivi

Guardavamos equidistancia um do outro

Li alguns dos seus comentários sociais

Tive a dita de nunca se ter metido comigo

Nossos campos de ação eram bem diferentes

Sempre me respeitou

A ele sempre o olhei com certas reservas

Mas desta minha pena

Jamais direi o porquê das minhas reservas

Porque com a sua pena

O ódio de muitos inimigos fez florescer

Acabou seus dias castrado às mãos de um jovem

Se foi amor ou se foi ódio puro

Apenas e com muita pena desta minha pena direi

Sorte Madrasta

 

Marcolino Duarte Osório

- Peregrino -

2011-01-08

publicado por Marcolino Duarte Osorio às 23:28
sinto-me: muitissimo triste!

cada vez mais acho que o jornalismo explora o que não é necessário.
bjinho
Isabel
Isabel Maia Jácome a 10 de Janeiro de 2011 às 18:32

Olá Isabel!
Mas, infelizmente, o acessóirio tornou-se rentável ganha-pão...!
Abraço
Marcolino

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