17
Fev 10

A minha primeira memória...

 
Percorri todas as minhas memórias
Ainda remanescentes
Confesso que boas memórias
Foram desfilando uma a uma
Até me recordar de mim mesmo
Quando nasci
E a este mundo fui entregue
Em busca do Seio Materno
Quentinho e delicioso
Foi sempre disto que me recordei
Como sendo a minha primeira memória
Mas de memória em memória
Cheguei bem pertinho
Dos meus dois descendentes
Transmiti-lhes tudo aquilo que sabia
E de tudo o que sabia
Nada de nada ficou omisso
Só de uma coisa tenho pena
O de nunca as ter visto crescer
De corpos sãos e mentes sãs
Como cresceram em Portugal
Mas sim na minha terra natal
Aí sim
Seria vê-las ainda bem mais felizes
Com a praia à porta de casa
Com amizades multicolores
Com uma noção bem diferente
Da Protecção a todos
Velhos e novos
Da Partilha de si mesmas
Da Paz que espalhariam à sua volta
Imbuídas
Do tal Amor Fraternal Universal
 
Marcolino Duarte Osório
- Peregrino -
2010-02-17
publicado por Marcolino Duarte Osorio às 00:53
sinto-me: Muitissimo feliz...!
tags:

Não lhe comento o poema mas felicito-o por se sentir muítissimo feliz, coisa tão rara e digna de nota nos dias de hoje.
AlsoKnownAs a 17 de Fevereiro de 2010 às 01:13

Olá AKA!
Gostei que tivesse comentado este meu estado de espirito que, como muito bem diz, nos dias de hoje, principalmente nos velhotes da minha geração, é muitissimo raro ver-se e sentir-se.
Abraço
Marcolino
©Marcolino Duarte Osorio a 17 de Fevereiro de 2010 às 01:27

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